Na última segunda-feira, dia 29, estive presente na maior feira de tecnologia agrícola do país, a Agrishow. Fiz um breve relato com as percepções que tive do mercado, principalmente em relação as novidades de tratores e implementos, que compartilho agora com você.
Tratores mais modernos
Uma grande novidade é o lançamento de tratores já com o piloto automático integrado, que permite que as manobras de cabeceira sejam feitas automaticamente apenas com um toque do operador no painel.
Os novos motores buscam a redução do consumo de combustível, operando em baixa rotação sem perder a potência e desempenho, reduzindo a emissão de poluentes. As cabines estão cada vez mais confortáveis, com regulagem de aquecimento e esfriamento e sistema anti-vibração cada vez mais eficiente.
A Valtra lançou a série Q5, que foi um dos grandes destaques da feira:

Pulverizador autopropelido
Outra novidade foram as barras construídas em fibra de carbono, que eu pude ver no John Deere M4030 e no Massey Ferguson 500R. O material deixou o conjunto mais leve e resistente, gerando maior estabilidade para uma operação em alta velocidade.
O sistema de pulverização está mais eficiente, reduzindo o desperdício de defensivos com sistemas de controle de bico individual e compensação da aplicação em curvas.
Pulverizadores acoplados
Nos pulverizadores acoplados, geralmente utilizados na citricultura, a Jacto lançou um novo modelo do tradicional Arbus 4000L, que possui dutos ajustáveis para atingir toda a copa do pomar, com fluxo de ar independente para cada defletor.
O equipamento também possui um sistema de transmissão elétrica, com ajustes na velocidade de vento conforme a necessidade da aplicação.

A Inteligência Artificial no agro
Após caminhar bastante pela feira, aproveitei para participar de uma palestra sobre o uso da inteligência artificial no agronegócio. E esta tecnologia veio para ficar. Dentre os principais pontos, destaco a utilização da ferramenta para aumentar a eficiência agrícola, ou seja, produzir mais com menos.
As informações do solo, por exemplo, são enviadas por algorítimos que são capazes de dar uma maior assertividade para a produção, através de dados da geolocalização da sua propriedade. Mas deixo para aprofundar neste tema em uma outra oportunidade.
Conclusão
Com a alta tecnologia cada vez mais presente nas inovações do setor, fica evitente a necessidade do produtor rural ter uma proteção maior no seu seguro, tornando cada vez mais importante a contratação da cobertura de danos elétricos dos seus equioamentos, para garantir a proteção de prejuízos decorrentes de pane elétrica e curto-circuito.
Gostou deste relato? Comente aqui contando o que você achou!
Um abraço,
